historia

ALGA RISONHA

Alga Risonha Oládia

Uns dias depois de os nossos amigos chegarem a casa, Mariana repara que Dinis está um pouco diferente.
– Tenho me sentido estranho, ando muito triste e de mau humor. – disse Dinis.

– Será que estás doente? Devias de ir ter à Praia das Três Marias, falar com o ancião Raminhos, ele é o habitante mais bem disposto de Oládia. De certeza que ele saberá o que tens – disse Mariana.

Após uma longa viagem a caminhar, Dinis e Caucau chegam à Praia das Três Marias, o sol brilha e a água convida a um mergulho, mas Dinis está tão triste e rabugento que decide voltar para casa. Caucau não deixa o seu amigo desistir e puxa-o na direcção da casa do ancião Raminhos.

Alga Risonha Oládia

Após uma longa viagem a caminhar, Dinis e Caucau chegam à Praia das Três Marias, o sol brilha e a água convida a um mergulho, mas Dinis está tão triste e rabugento que decide voltar para casa. Caucau não deixa o seu amigo desistir e puxa-o na direcção da casa do ancião Raminhos.

Alga Risonha Oládia

Raminhos prepara-se para ir surfar quando Dinis e Caucau chegam perto dele.
– Olá! Que rato tão engraçado! – exclamou Raminhos.

– Não é um rato, é um cão. – disse Dinis zangado.

– Bom, já estou a ver que vens de mau humor, e porque é que estás de trombas? Chocaste com um elefante a caminho de cá?

– Pára com isso! Não brinques, não sei o que se passa comigo. – respondeu o Dinis.

– O que achas da minha maravilhosa casa? – perguntou Raminhos.
– Não gosto, consegues ou não curar-me?

– Heee… que mau feitio, pelo que vejo deves ter apanhado o Neurovírus! É um vírus que faz a pessoa ficar muito rabugenta e triste. Consigo curar-te mas tens de beber um chá frio de alga risonha. Temos de ir à procura da alga antes que fiques insuportável. – disse Raminhos.

Alga Risonha Oládia

– O que achas da minha maravilhosa casa? – perguntou Raminhos.
– Não gosto, consegues ou não curar-me?

– Heee… que mau feitio, pelo que vejo deves ter apanhado o Neurovírus! É um vírus que faz a pessoa ficar muito rabugenta e triste. Consigo curar-te mas tens de beber um chá frio de alga risonha. Temos de ir à procura da alga antes que fiques insuportável. – disse Raminhos.

Alga Risonha Oládia

Raminhos, Dinis e Caucau subiram para a prancha e iniciaram a viagem à procura da alga risonha.
– Com essa cara de zangado até os tubarões tem medo de ti. – afirmou Raminhos.

– Pára! Não tenho paciência para essas piadas.

– OLHA, já estamos a chegar às rochas onde existem as algas risonhas.

Raminhos encontra uma alga risonha e coloca na cabeça de Caucau.
– Oh, o teu rato parece um leão! – exclamou Raminhos.

– Já te disse que não é um rato mas sim um cão, deixa-te de brincadeiras, estou cada vez mais triste e cansado.

– VAMOS DEPRESSA, vejo que a birrinha chegou! – gritou Raminhos.

Alga Risonha Oládia

Raminhos encontra uma alga risonha e coloca na cabeça de Caucau.
– Oh, o teu rato parece um leão! – exclamou Raminhos.

– Já te disse que não é um rato mas sim um cão, deixa-te de brincadeiras, estou cada vez mais triste e cansado.

– VAMOS DEPRESSA, vejo que a birrinha chegou! – gritou Raminhos.

Alga Risonha Oládia

Os nossos amigos chegam a casa e Raminhos apressa-se a fazer o chá gelado de alga risonha. Dinis senta-se à espera do chá, está cada vez mais impaciente, resmungão e difícil de aturar.
– Este chá está mesmo fresquinho e doce, daqui a uns minutos já está pronto a beber! – disse Raminhos.

Raminhos faz o chá e aproxima-se de Dinis, subitamente tropeça no tapete, parte uma jarra, o chá é disparado para o ar caindo em cima da cabeça e os cubos de gelo parecem balas geladas a baterem no corpo de Raminhos. Dinis fica uns momentos pasmado e sem reação com tamanha trapalhada.

Alga Risonha Oládia

Raminhos faz o chá e aproxima-se de Dinis, subitamente tropeça no tapete, parte uma jarra, o chá é disparado para o ar caindo em cima da cabeça e os cubos de gelo parecem balas geladas a baterem no corpo de Raminhos. Dinis fica uns momentos pasmado e sem reação com tamanha trapalhada.

Alga Risonha Oládia

Dinis olha para Raminhos e subitamente dá-se uma explosão de riso e gargalhadas dentro da casa. A boa disposição e felicidade regressam a Dinis.

– Eu não bebi o chá e fiquei curado! – exclamou Dinis.
– Dinis, o que tinhas não era um vírus, o teu coração é que fez com que estivesses triste, estarmos tristes ou felizes apenas depende de cada um de nós. As pessoas por vezes impõem barreiras à sua felicidade. Eu apenas dei um pequeno empurrão à que existia dentro de ti. –  explicou Raminhos.

Alga Risonha Oládia

– Eu não bebi o chá e fiquei curado! – exclamou Dinis.
– Dinis, o que tinhas não era um vírus, o teu coração é que fez com que estivesses triste, estarmos tristes ou felizes apenas depende de cada um de nós. As pessoas por vezes impõem barreiras à sua felicidade. Eu apenas dei um pequeno empurrão à que existia dentro de ti. –  explicou Raminhos.

Alga Risonha Oládia

– Obrigado por me curares Raminhos! – exclamou Dinis.
– Quando precisares de te animar vem ter comigo, gosto sempre de receber visitas.
Ambos despediram-se, Dinis e Caucau voltaram para casa.

fim